Diagnóstico médico: software de gestão auxilia a reprimir pontos de falha



O diagnóstico médico é um momento importante para todo médico e paciente, sendo o ponto de partida de todo o tratamento. Quando adequado, ele ajudar a salvar vidas. Por isso, investir em formas de tornar esse processo mais seguro é um assunto do interesse de todos os envolvidos: médicos, pacientes e gestores dos hospitais e clínicas.

As unidades de saúde também podem agir de forma a dar suporte a seus profissionais, para auxiliar a reprimir pontos de falha. Continue lendo o artigo para entender a importância desse suporte.

DADOS ALARMANTES SOBRE DIAGNÓSTICO MÉDICO

Dados de 2018 apontam que, a cada hora, seis pacientes morrem por falhas nos hospitais do Brasil. Quatro dessas mortes poderiam ser evitadas. As informações alarmantes são do 2° Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar e pelo Instituto de Pesquisa Feluma, da Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Esses dados endossam a importância do diagnóstico médico. Feito da forma correta, além de salvar vidas, bons diagnósticos podem trazer mais segurança e qualidade ao cenário de saúde do país.

INFORMAÇÕES REUNIDAS

Uma importante aliada dos médicos e unidades de saúde no processo de detecção do quadro do paciente é a tecnologia. Mas como utilizá-la a seu favor? Entre outras formas, ela pode ser expressada pelos sistemas de gestão para a saúde.

Entre as funcionalidades, bons softwares podem oferecer ferramentas que auxiliam o médico no momento do diagnóstico. Um PEP pode, por exemplo, centralizar as informações do paciente permitindo fazer uma melhor gestão do seu atendimento, e ainda dispor de tecnologias para auxílio de diagnósticos (Inteligência Artificial). Fica, então, possível acessar exames antigos para fazer histórico comparativo, acessar prescrições médicas anteriores, etc.

SENSAÇÃO DE SEGURANÇA PARA O MÉDICO

Isso dá ao médico a facilidade de montar um “plano de fundo” mais completo sobre o histórico do paciente. Com essa sensação de segurança, é ainda mais fácil para o profissional compreender o quadro do paciente e determinar o diagnóstico.

Entre os próprios médicos há o ponto positivo da comunicação. Profissionais do mesmo hospital ou clínica podem trocar algumas informações para que ambos se concentrem em casos mais delicados ou desconhecidos.

Todavia, nesses casos, é importante observar se o serviço escolhido está atendo às novidades na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), para que a unidade de saúde não sofra sanções. Por isso, é importante se adequar e buscar uma empresa competente para fazer a transição digital.

SEGURANÇA DO PACIENTE

Na visão do paciente, essa integração tecnológica também traz vantagens. Para ele, o histórico integrado evita-se perguntas repetitivas durante consultas.

Além disso, no caso de um hospital com várias especialidades, o paciente pode se sentir mais seguro – pois terá seu atendimento feito de forma mais padronizada. Por exemplo: ele chega a uma consulta, após ser encaminhado de outra especialidade. No sistema integrado, o médico tem acesso a seu prontuário com algumas informações sobre as consultas anteriores.

Assim, a conversa entre as partes pode fluir de forma mais rápida e o cliente se sentir mais confortável.

COMO SE PREPARAR

Se você quiser saber mais motivos para automatizar sua clínica, continue lendo nosso blog. Você também pode baixar nosso guia sobre informatização de clínicas e esclarecer suas dúvidas.
Editorial, 13.JUNHO.2019 | Postado em Gestão


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