Covid-19 e Telemedicina: um caminho seguro para pacientes e clínicas



O centro dos assuntos no mundo é a Covid-19. No mercado de saúde, não é diferente. A pandemia está trazendo importantes lições e reflexões que mudarão para sempre as formas de cuidado e a medicina. Enquanto hospitais recebem pacientes do coronavírus e enfrentam o desafio de atender dezenas, centenas e milhares de doentes; ao mesmo tempo, outro desafio se instaura.

Como, em meio ao isolamento social, fazer a medicina mais segura? Como acompanhar os pacientes que possuem sintomas leves e estão em casa? E as pessoas que possuem outras doenças, como ficam? O acompanhamento médico deve continuar.

A resposta para essa pergunta tem sido a telemedicina – por meio da teleconsulta e prescrição digital. Se o paciente já tem acesso a farmácias on-line, para solicitar o medicamento que necessita, por que não expandir essa facilidade, dando a ele receitas médicas e orientações na palma da mão? 
 

A visão dos profissionais

Uma pesquisa de 2020, da Associação Paulista de Medicina, aponta que 65% dos médicos são favoráveis à regulamentação da telemedicina. Como o levantamento foi feito em fevereiro, os números ainda tendem a aumentar, devido ao cenário de agravamento da Covid-19.

O documento "Conectividade e Saúde Digital na vida do médico brasileiro" revela também que 90% dos profissionais concordam que a tecnologia pode melhorar a saúde da população. A mesma porcentagem defende o uso de ferramentas digitais no SUS.

Um dado importante: 63% dos médicos fariam uso da telecomedicina como ferramenta complementar ao atendimento, havendo regulamentação oficial. Em 20 de março, isso se tornou real – o Ministério da Saúde se pronunciou.
 

Ministério da Saúde regulamenta teleconsulta

A telemedicina (e a teleconsulta) foi regulamentada pelo Ministério da Saúde em caráter emergencial. A Portaria nº 467, de 20 de março, autoriza emissão de receitas, atestados médicos e a prescrição de tratamentos e procedimentos sem exame direto em casos previstos no Código de Ética Médica. Tudo mediante assinatura eletrônica, por segurança, e identificação, de acordo com as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Essa regulamentação, ainda que emergencial, é um passo importante para que a prática se consolide. Conforme os resultados positivos da telemedicina e da teleconsulta sejam percebidos, a percepção das pessoas melhora. Médicos, pacientes e drogarias se sentirão mais seguros diante de prescrições digitais. A medicina pode se tornar mais rápida, mais inteligente, e mais segura.

Entre as vantagens de praticar a telemedicina, está a redução da sobrecarga dos centros de saúde, e o respeito ao isolamento social. Assim, quem realmente precisa, pode se esforçar no combate aos casos graves de Covid-19, ciente de que nenhum outro paciente ficará desassistido.
 

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Editorial, 22.ABRIL.2020 | Postado em Lifeone


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